domingo, 26 de janeiro de 2014


A lenda de Jackk Frost é de origem escandinava, sendo conhecido antigamente por esses povos pelo nome de Jokul Frosti. Devido aos invernos rigorosos enfrentado pelos nórdicos esses povos atribuíam todas as mazelas causadas pela baixa temperatura ao elfo do gelo, dentre as obras mais inofensivas atribuídas a Jack Frost estavam os desenhos encontrados nas janelas congeladas, muitas vezes o gelo formava imagens de figuras (como nas nuvens) e costumavam achar que Jack era o responsável pela arte. Outra das peripécias inofensivas do elfo estavam os apertões nos narizes. É isso mesmo! Sabem aquela formigamento que dá na ponta do nariz quando a temperatura está muito baixa? Pois é, segundo os antigos escandinavos era obra do piadista elfo! Mas na mesma medida em que pregava peças inofensivas, Jack Frost, ou como era conhecido na época, Jokul Frosti, podia ser colérico e extremamente cruel, não exitando em matar congelado ou mesmo soterrado pela neve qualquer infeliz que tivesse tido o azar de o irritar.
Jack Frost não costuma se mostrar visível aos olhos mortais, ninguém pode toca-lo ou escuta-lo, é como um fantasma. Alguns acreditam que somente nos minutos finais de vida de suas vítimas que estivessem morrendo no gelo é que ele se fazia visível, para desespero final dos pobres infelizes.

A lenda se propagou pelos quatro cantos do mundo conforme os imigrantes escandinavos procuravam outras terras para morar, e é claro, também frias. Dessa forma não tardou para que o antigo Jokul Frosti tornar-se Jack Frost, dessa forma o antigo elfo escandinavo ganhou fama mundialmente.

Uma gravura do século XIX representando Jack Frost como um major-general durante a guerra civil Americana

E como não poderia deixar de acontecer, não tardou muito até que o cristianismo o arrebanhasse para suas legiões de entidades de origem pagã e o transformasse em uma criatura fofa e amigável trabalhando como ajudante do papai Noel (meigo). Aparecendo sempre em companhia do papai Noel, Jack Frost ganha uma aparência mais infantil, nada comparada com o cruel e mal humorado Jokul. Nesta versão, Jack, tem a aparência de uma criança, vive fazendo traquinagens na fabrica do papai Noel, no Polo Norte.

Diversos filmes retratam a figura de Jack Frost, os mais conhecidos são "Jack Frost" de 1998 ( filme de comédia e drama estadunidense de 1998, estrelado por Michael Keaton e Kelly Preston) já o mais recente é na divertida animação da DreamWorks animation chamado "Os Guardiões" (baseado no livro homônimo de William Joyce). 

Mesmo com a nova roupagem infantil da lenda, Jack Frost conserva alguns traços do antigo Jokul, a esperteza, o espírito indomável, assim como um profundo desejo pela desordem e pelo caos.

Ainda hoje, o antigo Jokul vive entre nós, embora mascarado por um aspecto aparentemente infantil e inofensivo. Mas não se enganem, pois, as vítimas de sua ira gelada continuam sentindo o peso de sua selvageria hoje da mesma forma que sentiram os povos escandinavos pré medievais e o sábio aviso continua valendo mesmo nos dias de hoje "Não brinquem na nevasca!!!"


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sexta-feira, 18 de outubro de 2013



Essa famosa entidade (talvez o mais famoso dos exus) está diretamente ligado a noite, a feitiçaria e ao disfarce. Sendo a sua capa preta um artífice, um disfarce de sua presença, ocultando seus rastros pela noite.  O preto, cor está representada tanto por esse exu, simboliza os impulsos e o inconsciente maldoso dos seres humanos. Sendo as trevas, representada na cor preta, também um dos maiores medos dos seres humanos remontando ainda a época em que dependíamos somente do sol para a proteção, sendo relegado a escuridão e as trevas a dúvida e o medo frente ao desconhecido, ao encoberto pelo seu manto.

Exu Capa Preta é chamado muitas vezes de "Tranca Ruas da Capa Preta" e "Musifin", possui  como símbolo a lua e um pedaço de pano de veludo da cor preta. Alguns religiosos dizem que está entidade tem alguma ligação espiritual com São Cipriano, devido a seu famoso livro da capa preta.

Popularmente associamos a luz ao bem e a positividade, já a noite (a escuridão) costumamos associar a coisas maléficas e a negatividade. Mas em diversas culturas observamos justamente o contrário. Peguemos como exemplo a cultura iorubá ( grupo étnico africano original da Nigéria), para as pessoas dessa cultura a cor branca simboliza a morte e o luto, sendo associado ao céu e para onde se encaminham os espíritos, e a cor negra simboliza a condição de encarnados (vivos). Por essa razão os religiosos dizem que o Exu Capa Preta adotou a cor negra da noite, para deixar clara a sua missão na terra, que é trilhada através da noite, mas, combatendo sempre a escuridão e a negatividade.

Os médiuns (conhecidos também como "cavalos") que incorporam essa entidade nos terreiros de umbanda e quimbanda possuem forte ligação com a noite e um enorme fascínio por questões ocultistas e misteriosas.

Capa Preta é um conhecido por ser um grande mago que se disfarça nas trevas dos pensamentos e energias emanadas pelos humanos para poder trazer a luz  e a razão para os seres necessitados de compreensão. Como ele próprio afirma "eu sou a luz no final do túnel, luz essa disfarçada de trevas". O médium que "trabalha" com essa entidade costuma usar sempre vestimentas da cor preta, pois eles próprios afirmam ver esses espíritos usando essas roupas em suas formas originais (invisíveis aos não médiuns). Geralmente o médium que é usado pelo Exu Capa Preta necessariamente fazem uso da cartolas, capa, bengalas, ternos pretos e anéis com pedras pretas.

Curiosamente na quimbanda, essa entidade tanto pode significar o bem quanto o mal, sendo ele um moderador que hora pende para o bem, hora pende para o mal. Muitas vezes enganando e fazendo maldades em troca de oferendas, serviços de amarração dentre outros. Como um poderoso mago, Capa Preta também possui poderes capazes de influenciar tanto o reino animal quanto vegetal, sendo considerado por algumas correntes como uma entidade "faca de dois gumes", pois possui tanto bondade quanto enorme tendência a maldade.

Mas todas as correntes concordam que Exu Capa Preta foi, em vida, uma espécie de conde. E sendo um nobre rico pode dedicar grande parte de seu tempo adquirindo conhecimentos em Alquimia, magologia (eu nem sabia que isso existia) e magia negra.

Segundo os religiosos, quem recorre a essa entidade para solucionar os seus problemas, ou, causa-los, jamais ficará desamparada.

O vídeo abaixo trás algumas outras informações sobre a entidade.


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Nota pessoal: Pude notar ao escrever diversas vezes sobre essas entidades de religiões de matrizes afro brasileiras, que suas entidades e orixás possuem dualidades morais. Em centros de umbanda geralmente essas entidades possuem um aspecto pacífico e bondoso, não envolvendo os absurdos (e criminosos) rituais com animais, somente alimentos e bebidas são ofertados aos deuses. Já nas quimbandas e alguns terreiros de candomblé essas entidades acabam adotando um caráter maldoso e cruel, lugares esses onde a matança de animais é permitida e até mesmo incentivada.Portanto, a bondade e a maldade de cada entidade depende única e exclusivamente da bondade e a sabedoria dos próprios praticantes dessas religiões. Podemos ainda criar paralelos assim até mesmo a respeito de religiões evangélicas. Pois, existem templos em que os pastores são tolerantes e compreensivos, já em outros, os pastores (infelizmente representando uma grande parcela) são totalmente ignorantes e e preconceituosos, se aproveitando não só da ignorância intelectual de alguns fiéis como também de seus fanatismos, incentivando o preconceito contra outras religiões e outras pessoas que não sigam seus dogmas. Tornando muitas vezes o deus cristão um ditador cruel, homofóbico e machista. Paz e sabedoria a todos!


 



sábado, 12 de outubro de 2013


Que atire a primeira pedra quem nunca brincou, na infância ou adolescência, o famoso "Jogo do copo", jogo esse que só pela sua menção já fazia os mais medrosos saírem de perto. Na realidade o Jogo do Copo é a forma abrasileirada de se jogar o Tabuleiro de Ouija, na falta de um tabuleiro é comum utilizarmos de uma cartolina para a criação do jogo, bem como de um copo fazendo o papel de indicador/comunicador móvel. Após escrevermos e recortarmos todas as letras do alfabeto nós os colamos ao redor da cartolina, com o copo em mãos já temos quase todo o material  necessário para nos comunicarmos com os mortos, mas, ainda falta o principal ... a coragem!

Tabuleiro do jogo do copo, bastante semelhante ao Ouija


A técnica de comunicação do tabuleiro ficou conhecido após 1848, ano esse em que as duas famosas médiuns (e irmãs) norte-americanas Kate e Margaret Fox contactaram o espírito de um vendedor que havia morrido a apenas alguns anos. Sendo essas duas irmãs as responsáveis pelo surgimento e alastramento do espiritualismo nos Estados Unidos, posteriormente, vindo a influenciar o próprio Allan Kardec, o criador do espiritismo moderno.


Tabuleiro de Ouija


Existem diversos indícios que apontam para um possível aperfeiçoamento do antigo tabuleiro por volta de 1853, o responsável pelo funcionamento atual do tabuleiro, tal qual nós conhecemos, foi o espiritualista M.Planchette. Sendo atribuído a ele a criação do indicador móvel como nós conhecemos hoje em dia.


Algumas pessoas não gostam de classificar o Ouija como um jogo, alegando se tratar da mais pura necromancia, estando assim bem longe de ser um jogo ou uma brincadeira. Alguns até mesmo atribuem o desaparecimento e até mesmo o falecimento de jogadores ao tabuleiro, já que após utilizarem o Ouija a fatalidade não tardou a chegar para alguns desses infelizes corajosos, que, decidiram colocar a prova a imortalidade. Muitos condenam o jogo por acharem que ele é um jogo inconsequência e imprevisível, já que os participantes não possuem qualquer critério ou poder de escolha quanto a quem irá aparecer para responder as suas perguntas. Tanto pode ser invocado um espírito do bem, bondoso e prestativo, quanto um espírito das trevas, cruel e com sede de sangue.

O funcionamento do jogo (ou da comunicação com os mortos) é bastante simples, sendo essa a razão de tamanha periculosidade que o tabuleiro possui. Não existe nenhuma regra que indique um lugar especifico para se realizar o jogo, sendo muito comum serem praticados até mesmo em escolas, mas, o lugar mais ideal para o contato com os mortos (que mostrou mais resultados) é onde o ambiente seja calmo e com pouca luminosidade. Já que os espíritos costumam se manifestar mais, normalmente, em lugares tranquilos sem confusão ou agito humano. Também não existe uma especificação quanto ao número de participantes, podendo variar desde uma só pessoa até mesmo grandes grupos, como 10 participantes. Mas o ideal para a comunicação é algo em torno de 4 ou 5 pessoas, já que com grande quantidade de pessoas a baderna e bagunça pode impossibilitar a comunicação.

É necessário que os participantes coloquem os dedos sobre a seta (ou no caso do jogo do copo, o próprio copo) e façam perguntas aos espíritos que ali se encontram. O espírito irá exercer uma força sob a mão do grupo indicando suas respostas. Aconselho a perguntarem primeiramente o sexo e o nome do espírito passando posteriormente a questões mais complexas.
Pensem no tabuleiro como a porta de uma casa aberta no meio da noite, fique preparado e avisado que tanto podem entrar convidados educados, como também, pessoas grosseiras e maldosas.

Caso tenham interesse em adquirir um tabuleiro Ouija ele pode ser achado em diversos sites de vendas pelas internet, variando bastante de preço. Mas se quiser fazer uso do copo e do tabuleiro made in Brasil, funcionará da mesma maneira.

Bom jogo a todos ... e boa sorte!!!!!


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sexta-feira, 11 de outubro de 2013




O famoso caçador de vampiros chamado Blade é originalmente um personagem de histórias em quadrinhos da Marvel Comics (mesma empresa criadora do Homem-Aranha, X-men, entre outros). Foi criado originalmente pelo roteirista Mary Wolfman e pelo desenhista Gene Colan. O personagem ficou conhecido mundialmente após o lançamento de seu primeiro filme, Blade: O caçador de vampiros no ano de 1998, que devido ao sucesso inicial acabou gerando mais 3 continuações, sendo elas Blade 2 (2002), Blade Trinity (2004) e Blade: A nova geração (2006), sendo que esse ultimo não obteve o sucesso de seus predecessores devido a mudança do personagem principal (Wesley Snipes). Neste mesmo ano foi lançada uma série de tv sobre o anti herói caçador de vampiros, mas, seguindo a direção do ultimo filme, FELIZMENTE, não teve boa aceitação sendo que o projeto acabou na primeira temporada.

História do personagem:
A mãe de Blade foi mordida por um vampiro pouco antes de dar a luz. Como resultado do fato, a criança nasceu com alguns dos dons vampíricos como a força e agilidade extraordinárias. Diferente de outros vampiros, Blade pode andar em plena luz do dia normalmente; mas infelizmente herdou a sede de sangue dos vampiros, assim, constantemente ele é tentado a se tornar aquilo que ele mais odeia na face da terra.

Blade conta com a ajuda de Abraham Whistler, homem esse que o encontrou quando era um adolescente sem rumo, que vagava pelos becos imundos atacando pessoas para saciar sua sede de sangue. Whistler o encontrou e decidiu fazer dele seu aprendiz na luta contra os monstros sangue sugas. Whistler passou a perseguir e executar vampiros em sua cruzada após estes terem assassinado toda a sua família.

O fato de possuir os poderes mas não todas as fraquezas dos vampiros caracteriza Blade como um daywalker (andarilho do dia), nome que os vampiros costumam usar para descrevê-lo. Existem outros daywalkers nascidos na mesma situação em que Blade, mas raramente são vistos.

O personagem teve uma série em quadrinhos regular durante os anos 80, mas, foi cancelada quando as vendas caíram. Com o sucesso do primeiro filme a Marvel retirou o personagem da aposentadoria forçada, mas não voltou a dedicar-lhe uma série própria. No entanto, fez o personagem um constante visitante em outras revistas de personagens já consagrados, como nas histórias do Homem-Aranha e algumas minisséries como A Tumba de Drácula (na qual tenta evitar que o próprio Drácula realize um ritual que lhe concederia poderes imensos e terríveis) e Blade - V3 (na qual Blade enfrenta uma raça de vampiros conhecidos como Tryks e Os Sete, uma associação humana criada para controlar o equilíbrio entre os vampiros). Essa última minissérie foi publicada pelo selo Marvel Max e escrita pelo roteirista Cristopher Hinz. A editora deixara em aberto a possibilidade de torná-la uma série regular, o que não ocorreu devido à baixa reação do público.


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quarta-feira, 21 de agosto de 2013


O sinistro Papa Figo, também conhecido como o famoso "Homem do Saco", não tem poderes misteriosos ou místicos, muito menos habilidades sobrenaturais. Mas possui o atributo mais perigoso que pode existir, a mente humana.
Originalmente Papa Figo possui uma aparência comum, ainda que bastante feia. É descrito como um homem bastante velho e de jeito esquisito, é comum vê-lo sempre carregando um grande saco pendurado nas costas.

Devido ao seu jeito esquisito costumar chamar a atenção das pessoas, por isso, o velho Papa Figo prefere agir por meio de seus ajudantes para atrair suas inocentes vítimas, em geral crianças com idades abaixo dos 15 anos. Mas há relatos de jovens de 16 e 17 anos que tiveram seu sumiço associado ao Papa Figo.

O Papa Figo é um homem de bastante posses, e através de promessas de pagamentos em dinheiro acaba atraindo seguidores. Homens gananciosos e criminosos, que utilizam de todos os artifícios para atrair crianças, sequestra-las, e leva-las para o velho. O nome Papa Figo advêm do que o cruel homem faz com suas vítimas, sendo Papa Figo uma abreviatura de Papa Fígado (ou Come Fígado). Devido a uma grave doença (alguns dizem se tratar de Lepra) o Papa Figo acredita que devorando o fígado de crianças a sua condição é atenuada. Dizem que as dores somente dão alívio ao homem após ele devorar os órgãos das crianças (principalmente o fígado. Era comum que a polícia achassem as vítimas mortas com um punhado de dinheiro junto ao corpo, para cobrir as despesas do velório, mas, com o passar do tempo o Papa Figo acabou pegando o gosto pelo sofrimento das crianças, assim como o seu sabor. Até mesmo os ajudantes do Papa Figo possuem muito medo da sua figura.

Os ajudantes que geralmente sequestram as crianças costumam conquistar a confiança delas através de doces, brinquedos, presentes e moedas. Portanto, quando nossa mãe nos dizia que não deveríamos falar com pessoas estranhas, ela estava absolutamente certa.

Todavia, existe uma outra versão (talvez a mais conhecida) da história sobre o Papa Figo que diz que ele seria um homem de aspecto bastante sujo, que anda pelas ruas a procura de crianças para comer-lhes o fígado, ou, para vendê-las aos leprosos ricos. Costumam descreve-lo como sendo um homem bastante alto, magro e de idade bastante avançada. Conforme a região brasileira onde é contada a lenda, ele pode ser descrito como sendo pálido e sórdido, bem como moreno e simpático, mas sempre é descrito com a barba enorme. Dizem também que ele sai somente à noite ou nos finais de tarde para raptar crianças. Costumam rondar parques e praças com o intuito de raptar alguma criança enquanto os pais estão distraídos. 

Esse mito abrange todo o país, de norte a sul. Mudando sempre alguns detalhes para melhor se adaptar ao contexto da região. Mas ainda que seja uma lenda ela possuí um certo grau de veracidade (como todas as lendas e contos). Pois, os relatos do sumiço de crianças, principalmente nas zonas rurais, sempre foram corriqueiras e comuns. Não é difícil ouvirmos falar, seja em jornais ou através do "boca a boca", que uma criança sumiu ou que foi encontrada morta em algum lugar isolado. Existem muitos Papa Figos reais em nossa sociedade, sempre a espreita de algum momento de descuido dos atenciosos pais. A lenda reproduz essa preocupação real dos pais, assim como alerta as crianças a cerca do possível perigo que correm ao se aproximarem ou aceitarem qualquer coisa de pessoas estranhas.

Curiosidade: A crença popular antigamente era a de que a Lepra era uma doença do sangue (sangue impuro ou sujo). Como o sangue é filtrado pelo fígado, muitos achavam que comer esse órgão os ajudaria a restabelecer a sua saúde. "Um fígado doente trata-se com um fígado sadio", era a firme convicção do senso comum popular dos antigos. Por essa razão acreditasse que o Papa Figo era (ou é) um homem acometido por essa doença, já que em diversas vítimas faltava justamente esse órgão.




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